terça-feira, 28 de fevereiro de 2023

Da janela, eu encontro outras oportunidades

Da janela, penso em Chopra (2020), sem distanciamento, somos prisioneiros da impotência, da desesperança, das necessidades mundanas, das preocupações triviais, do desespero mudo, da falta de humor, ou seja, vida medíocre e pobre. Mas como saio disso quando estou assolada de desafios? Fico pensando em saúde mental. Todos os dias eu não tenho paz. No mundo, em casa, no trabalho, de repente, confusão e pandemia. A rotina está estilhaçada. Da janela, algumas ideias: eu preciso de apoio, de outros planos, de novas atitudes emocionais, de distanciamento e de muito prazer. É tudo muito incerto, mas aprendi que a dúvida estilingue para a mudança, a resiliência, o aprendizado e talvez a justiça divina.  Da janela, sei que preciso criar nova rotina e menos vulnerabilidade. É o presente que importa literalmente. Tudo o que fui é prisão se for sentido como seguro. É hora de evolução. De qualquer jeito, evolução. E evolução é a vida acontecendo; é a incerteza sendo vivida, como num jogo de pôquer ou de xadrez. “Incerteza significa entrar no desconhecido em todos os momentos da existência; e o desconhecido é o campo de todas as possibilidades, sempre frescas, sempre novas, sempre abertas à criação de novas manifestações”. Não quero me repetir; quero minhas memórias como força motriz dos meus incríveis e desconhecidos “dias seguintes”

 

Referência:

CHOPRA, Deepak. As setes leis espirituais do sucesso. Rio de Janeiro: BestSeller, 2020

 

Profa Claudia Nunes (28.12.2021)

O "antes" não existe mais

Num tempo de grandes perdas, saúde mental requer distanciamento. Não é fácil. A decisão de distanciamento é o segundo tempo de uma tempestade emocional que, às vezes, é difícil de conter ou controlar. Distanciamento é resultado do desapego. Há desejo, há intenção, mas não há mais apego. Nada mais será como antes e é justamente no advérbio ‘antes’ que não devo parar; é dele que devo desapegar. De novo, não é fácil. Independente da minha vontade, meu trem descarrilhou e, no turbilhão de coisas caindo, machucando, doendo, eu devo usar meus aprendizados para sobreviver sem os resultados de antes. Ops, de novo esse ‘antes’. Depois de tudo, a respiração é controlada, os olhos se abrem e eu não sou mais eu. Outro eu se faz presente. Da bagunça insana, outro eu que não teve tempo para vivenciar nada: ele era apenas memória, sonho, possibilidade. Enquanto o novo eu toma ciência de tudo o que lhe aconteceu, o corpo treme de medo e insegurança. Não há o que fazer, além de se criar um distanciamento, eu devo recuperar minha forma de viver a vida de antes. Ops, de antes? Impossível! Eu não sou mais eu. Minha caixa de pandora foi aberta abruptamente e algo de novo escapou. Então é hora de criar nova performance, abundancia e necessidades; é hora de especular com novos olhares, pessoas, liberdades. No distanciamento, a consciência de si com menos simbolismos, mapas, regras; e mais volúpia, ambientes, gestos e atitudes. Segundo Chopra (2020), distanciamento é sinônimo de consciência rica, porque oferece liberdade para criar [...] principalmente alegria e felicidade. Num tempo de grandes perdas, como menos frases como “antes era melhor” e um novo eu, oque merece minha atenção é a espontaneidade, algo que me ajude a fixar minha história com paz, saúde, família, amigos, trabalho, força, fé e a consciência leonina de que, na incerteza, terei a liberdade para criar / viver o que eu quiser.

 

Referência:

CHOPRA, Deepak. As setes leis espirituais do sucesso. Rio de Janeiro: BestSeller, 2020

 

Profa Claudia Nunes (28.12.2021)

ACREDITAR que...

O que nos resta depois da pandemia: depressão disfarçada de falta de vontade ou de ânimo. É perceptível a quase ausência de anima (alma) nos gestos de todos. Energia, moeda de troca da vida útil humana, foi aguada pelo medo, pelo isolamento e pela falta de abraços e beijos. O que nos resta depois da pandemia: depressão advinda de respirações entrecortadas. Nós estamos mascarados, disfarçados, invisíveis. É certo que nossos olhares se cruzam numa linguagem desconhecida e sofrida. Eles nunca andaram sozinhos. Depois da pandemia, sofrimento, tristeza, taquicardia, nostalgia, desgoverno, baixa intensidade energética. É possível apenas pensar em antidepressivos? Talvez... Mas é possível também:

Acreditar, de cara, em si mesmo;

Acreditar que o tempo é de observar e escutar a si mesmo;

Acreditar que você esconde suas melhores emoções para esses momentos;

Acreditar que cada atitude pode revelar um mundo bem melhor para se viver;

Acreditar que muitos podem lhe ajudar quando você se expõe um pouco;

Acreditar que há prazer em pequenas coisas como ver o sol nascer e o passarinho cantar;

Acreditar que mudanças de humor são naturais, mas nunca atemporais;

Acreditar que gentileza, respeito e dedicação representam esperança às suas emoções;

Acreditar que a arte reconecta o prazer de viver;

Acreditar que grupos terapêuticos são pilares para o início da alegria de viver;

Acreditar que revidar ou se vingar tem consequências irreparáveis;

Acreditar que todo excesso, principalmente de negatividade, causa mais ansiedade e angustia;

Acreditar que, diante da dor, mesmo muscular, remédios, médicos e amigos são fundamentais;

Acreditar que energia boa se relaciona com sono e apetite saudáveis;

Acreditar que mudar as rotas dos pensamentos gera maior período de bem-estar e alegria;

Acreditar que você é melhor do que tudo o que lhe aconteceu.

Não aceite filtros tóxicos; crie novos ambientes...

 

Prof.ª Ms. Claudia Nunes (21.12.2021)

SANCHA e sua fuga

Crescer é rascunhar e ensaiar uma grande peça teatral cujo gênero depende do momento em que o humor das Moiras puxa, repuxa ou corta o fio da vida. Mesmo em meio às situações mais díspares, a vida alucinada da realidade muda a visão de mundo de pessoa a pessoa. De novo, Sancha entra em delírio. Em casa, sozinha, ela foge para mundos imaginários, fala de forma desordenada e veloz consigo mesma, e brinca com seu guarda-roupa. Ela alucinou mesmo. Não consegue se equilibrar depois de tudo. Ela é presença única em todo lugar e em lugar nenhum. Ela não tem identidade nem ponto de contato. E a alucinação é superenergética. No quarto, ela sabe que seu mundo se esfacelou; que reabilitação e reintegração na sociedade depende da boa vontade alheia; e que liberdade pode ser moeda de troca a um tempo sem tempo para equilíbrios. Então, delírio e alucinação são a dupla que faz da vida dela uma toxina sem medicamento rápido e também sem prisões emocionais. Que coisa! Que transtorno! Que revolução! Depois de ler algo sobre esquizofrenia, ela tem medo de se identificar e viver seus sonhos lúcidos. Distraída, a noite fez morada, decorou seu espaço e arejou suas emoções de loucuras. De frente para a rua, Sancha se desconectou, se desmembrou e se esqueceu. O mundo não precisava dela com sua demência perigosa. Ela precisava de mundo com uma sanidade amorosa.

 

Prof.ª Ms. Claudia Nunes (21.12.2021)

Um tempo para crescer e "ser gente", se der...

Embora saibamos que crescer é descartar tempo e pessoas por excelentes e necessários motivos, não superamos o desconhecido ou a incerteza do descarte fora do nosso tempo interno. Ao longo do tempo sofremos alterações no pensamento, emoções e comportamento por causa de excelentes e naturais motivos: nós convivemos. Por fatores genéticos, ambientais ou alteração fisiológica, ignoramos nossa fragilidade e inconsistência, e levantamos o nariz vislumbrando um horizonte de encontros favoráveis ou conquistas de sucesso. E a vida, vez por outro, diz “NÃO!”. Será que somos esquizofrênicos? A loucura do tempo constrói nossa singularidade, principalmente nas formas de sentir, mas também rompe, sem aviso prévio, essas mesmas formas. Não é só necessidade de resiliência, é aceitar as situações como aprendizado. A alucinação de realidade desordena a ela mesma dentro de nós e exige grandes disfarces ou boas performances. É a morte nossa única certeza. Enquanto isso, vivemos teatralmente. Hoje assim me vejo e sinto. Ludicamente atravessando o tempo, criando diversos tapa-buracos e acreditando que isso aumenta minha energia para ficar animada. Estou sem alucinações, fantasias ou crenças. Boa noite!

 

Prof.ª Ms. Claudia Nunes (21.12.2021)

Tempo de correntes

Um tempo cujo pensamento tem dificuldade de acontecer. Um tempo de inteligências mal interpretadas, de ritmos atitudinais sem naturalidade, de comportamentos plastificados, de impermanência do respeito, da escuta e do silencio. Será que em algum dia redescobriremos as chaves para abrir essas camisas de força? “As crianças foram acorrentadas, mas não podem ver as correntes, então não podem lidar com elas. E sofrerão durante toda sua vida. É uma prisão e tanto” (Osho, 2002). Nós precisamos aprender a respirar, a sentir o vento do tempo e da natureza de pulmões abertos e a descartar doutrinações interesseiras. Nós precisamos ficar mais “alertas a nossa capacidade interna de ser sem pensar, de ser longe da mente” (Osho, 2002). Que 2022 seja de menos correntes e mais asas, plenas de revolução, evolução e

 

Prof.ª Ms. Claudia Nunes (12.12.2021)

 

Referencia:

OSHO. Aprendendo a silenciar a mente / Osho. Tradução de Carlos Irineu Wanderley da Costa. — Rio de Janeiro: Sextante, 2002.

O Misticismo e a Espiritualidade que habita em mim

O tempo é uma figura interessante. Por N motivos bons ou nem tanto, nós tocamos em territórios surpreendentes. O tempo mostra o quanto podemos mudar e viver um looping de coisas novas. Uma amiga me disse: “você precisa fortalecer sua espiritualidade”. Susto. Sou comum. Somos comuns. Como assim ‘fortalecer’ algo que pouco faz parte da minha rotina? Curiosa, fui em busca de autoconhecimento, pelo menos uma ponta dele. Osho afirma que “não há pessoas comuns”. E segundo eu sei, alguém em fortalecimento da espiritualidade causa estranheza, se sobressai na multidão e aguça a inveja. “Nenhum ser humano é comum, pois cada um de nós é sempre absolutamente único” (Osho, 2002). E esta unicidade encontra forças no envolvimento espiritual. Será? O tempo criou um racha em algumas das minhas crenças. Seres superiores estão em xeque sob meu olhar e, por isso duvido desse encanto e da mágica da espiritualidade. Sem destino certo, eu penso em espiritualidade, conforto e realidade. Nada a ver com nada. Mas é uma tríada que não me deixa ser comum. Parei para pensar um pouco mais, por outros caminhos: não sou repetição de nada, mas sou exigida em diferentes edições, sem roteiros prévios. E nestas situações, há um choque de realidade e um pit stop emocional obrigatório. E nestas situações sou a desconfiança em pessoa. “Eis o mistério da fé”. Segundo Osho (2002), eis a nossa verdade: somos todos místicos justamente porque esses caminhos interveem em nossas vidas rotineiramente. “Nós já nascemos místicos, pois cada um de nós carrega consigo um grande mistério que precisa ser compreendido, cada um de nós possui um grande potencial que precisa ser desenvolvido” (Osho, 2002). Então conclusão: a espiritualidade é território para viver o presente mantendo ligações com o futuro, o desconhecido, a esperança e as forças invisíveis, apesar de. Sou mística, então. Espiritualidade faz parte do meu show da vida. Em minha recusa da religiosidade ou da existência de seres superiores, sou detetive de mistérios da vida. Eu me movo rumo ao desconhecido, exploro novos territórios, aceito a aventura da vida apesar das perdas porque acredito que não acredito. E assim sigo experienciando pequenos rompimentos do looping do luto, dos vazios e da vontade de parar o movimento da vida com as seguintes senhas de acesso: admiração, assombro, propósito e muita curiosidade. Será que serei capaz? Não sei... mas, por enquanto, eu acredito em pães caindo virados para cima sempre...

 

Prof.ª Ms. Claudia Nunes (12.12.2021)

 

Referencia:

OSHO. Aprendendo a silenciar a mente / Osho. Tradução de Carlos Irineu Wanderley da Costa. — Rio de Janeiro: Sextante, 2002.

O SAR e o futuro dos meus alunos


É tempo de pensar claramente sobre quaisquer coisas. Não haverá verdades, mas o pensamento é a mágica do século XXI. As informações cientificas são fundamentais, mas saber pensar sobre elas é sobrevivência. E pensar sobre o pensar e o agir dos meus alunos é sempre intenso.

Hoje, estou lendo o livro “Se a vida é um jogo, aqui estão as regras” e, segundo Pease (2017) “temos informações científicas sobre o processo de estabelecimento de metas” e estas exigem autoconhecimento para se realizar ou se tornarem autorrealizáveis. Nós estamos pensando na Lei da Atração. No caso deste texto, atração pela vontade de aprender e entender que o futuro é hoje... é o que eles fazem hoje. Como somos o que comemos, também somos o que pensamos porque é a memória que fundamenta nosso desenvolvimento, principalmente, social.

De pronto, Pease (2017) afirma “a ciência agora é capaz de nos mostrar onde e como o sucesso age no cérebro” e este lugar é o Sistema Ativador Reticular, ou SAR. Este é um sistema “localizado no tronco cerebral dos mamíferos, é um feixe de fibras nervosas conhecido como formação reticular. Ele participa de muitas funções importantes da biologia humana, como o sono e a vigília, a respiração, os batimentos cardíacos e a motivação comportamental; também participa da excitação sexual, do apetite e da vontade de comer, da eliminação de resíduos do organismo, do controle da consciência e da capacidade de atenção. (...) Esse sistema tem duas partes: o SAR ascendente, ligado ao córtex, ao tálamo e ao hipotálamo, e o SAR descendente, ligado ao cerebelo e aos nervos responsáveis pelos sentidos”.

Pesquisas realizadas em 1949 levaram cientistas a entenderam que o SAR “é o portal pelo qual quase todas as informações entram no cérebro (com exceção do cheiro, que vai diretamente para a área emocional). O SAR filtra as informações que chegam, afeta nossa percepção e nosso nível de excitação e decide quais informações não terão acesso ao cérebro. A base desse sistema está ligada à medula espinhal, da qual recebe informações vindas diretamente do trato sensorial ascendente”.

Pensando e estudando sobre SAR observo meus alunos e seus processos de aprendizagem. As dificuldades são imensas e quase nenhum deles tem quaisquer transtornos perceptíveis. Ainda assim, olhando os grupos, em dia de prova, observo uma lentidão constante no processo de neuroplasticidade de forma a promover qualidade das inteligências, fortalecimento da atenção, uso adequado da memória e exposição coerente da linguagem. Ou seja, os comportamentos executivos são inadequados, lentos e erráticos. Eu me pergunto: falta de oportunidade? Metodologias superficiais ou errôneas? Reflexo da vivência em comunidade agitadas e violentas? Falta de uma pessoa-espelho? Eu não sei...

Quando penso antes dos comportamentos visíveis, penso nos sentidos. A forma como os sentidos foram desenvolvidos e utilizados determinam a execução de atividades, da imaginação e da criatividade. E isso parece ter sido ignorado ao longo de suas vidas tornando suas falas, analises e propostas débeis, rápidas, finas. Seus sentidos parecem ter mais função e atuação na realidade da realidade familiar e na realidade da realidade afetiva. Meus alunos tem mais de 20 anos e não se sentem motivados (esforço para futuro); eles se veem interessados (esforço para viver e conquistar o agora). O que fazer?

De acordo com Pease (2017), “toda nova informação ou aprendizado precisa entrar no cérebro por meio de um ou mais sentidos e ser decodificada pelos receptores específicos do corpo. A partir daí as informações viajam pelo sistema nervoso até a medula e sobem pelo Sistema Ativador Reticular para a parte do cérebro que recebe os dados daquele sentido específico. O SAR é o centro de comando e controle do cérebro”.

Será que meus alunos conseguem controlar seus pensamentos, sensações e emoções quando as influências externas lhes atravessam a vida? Os dados sensoriais parecem não fazer as ligações necessárias para verem, ouvirem e sentirem as dinâmicas escolares ao ponto de criarem comportamentos estratégicos para melhor conviver e aprender. O mundo mental deles tem o centro da MOTIVAÇÃO biológico, o SAR; mas seu foco liga-se à musica, ao sexo e ao trabalho; nunca ao futuro onde tudo isso convergiria a uma vida equilibrada financeira e emocionalmente.

SAR é filtro de informações; extrai o que é importante para agir em determinados momentos; é um centro de triagem de avaliação e de organização de informações; “é um filtro que atua entre o inconsciente e o consciente, levando instruções do consciente ao inconsciente”. Da ação do SAR até a instrução do corpo, meus alunos apresentariam comportamentos harmoniosos, mas não observo isso. O SAR parece ter sido desenvolvido para funcionar por interesses egóicos, para realização de atitudes momentâneas e para experimentar a vida afetiva intensamente.

E os estudos? E o futuro? E o amanha? Não sei...

 

Profa Ms. Claudia Nunes (30.11.2021)

 

Referencia:

PEASE, Allan & Barbara. Se a vida em um jogo, aqui estão as regras. Rio de Janeiro: Sextante, 2017.

Sou eu e a Natureza até o fim

Diante de uma Natureza vibrante velha certeza: as coisas mudam. Tudo mudou. Pessoas, objetos, sentidos, rotina, tudo fora do lugar. E lá está a Natureza. Da janela, olho e sei: eu perdi. No caminho, hábitos e certezas perderam o rumo. E o tempo alterará os amontoados criados pela realidade. Amontoados de coisas conhecidas e queridas, mas amontoados. É importante uma reorganização lenta e quase imperceptível para que eu possa saber e entender que perdi sem me perder. Nunca imaginei, pensei ou percebi a curva perigosa em meu caminho, mas ela veio e lá está a Natureza. Ela não se perde, ela se renova e eu fragmentada em um redemoinho de emoções. É luto e muita luta. Penso em nova versão, em Naturezas e em quatro estações. A vida tem quatro estações com que precisamos atravessar para aprender e crescer. Estações de tempo, movimentos e vários descartes. E como diz o samba “na limpidez do espelho só vi coisas limpas”. Eis a versão na inversão da ação do tempo que nos presenteia com a dor. Eis a minha versão. Apesar de tudo, eu credito em dias bons e cheirosos. Sou eu e a Natureza até o fim.

 

Prof.ª Ms. Claudia Nunes (18.11.2021)

Nada nunca é igual

  Nada nunca é igual   Enquanto os dias passam, eu reflito: nada nunca é igual. Não existe repetição. Não precisa haver morte ou decepçã...